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MAIS DO QUE UM OLEIRO



Essa é uma das objeções mais comuns contra o ensino da soberania divina. O Calvinismo popular a responde atribuindo ao homem algum tipo de liberdade ou poder de "auto-determinação", alegando que isso é de certa forma "compatível" com o controle de Deus sobre todas as coisas. Alguns calvinistas (por exemplo, A. A. Hodge, R. L.
Dabney, etc.) respondem a objeção de uma forma que soa perigosamente próxima do teísmo aberto.
Eles dizem que, visto que Deus conhece as disposições de suas criaturas, ele é capaz de "controlar" as decisões e ações delas manipulando as circunstâncias que as cercam, e assim, "induzindo-as" a "livremente" pensar e agir de formas que estejam de acordo com os planos de Deus.
Mas muitos desses calvinistas também percebem que essa explicação do controle de Deus sobre as decisões e ações dos homens é, de fato, logicamente incompatível com sua alegada crença na soberania de Deus.
Assim, após algumas explicações e evasões iniciais, eles finalmente chamam-na de um "paradoxo" e um "mistério". Poupariam tempo se simplesmente admitissem a auto-contradição no princípio, e a chamassem de um "paradoxo" e um "mistério" desde o início. Dessa forma todos poderiam ir mais cedo para casa.


http://img529.imageshack.us/img529/680/livren.gif
OU

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MAIS DO QUE UM OLEIRO



Essa é uma das objeções mais comuns contra o ensino da soberania divina. O Calvinismo popular a responde atribuindo ao homem algum tipo de liberdade ou poder de "auto-determinação", alegando que isso é de certa forma "compatível" com o controle de Deus sobre todas as coisas. Alguns calvinistas (por exemplo, A. A. Hodge, R. L.
Dabney, etc.) respondem a objeção de uma forma que soa perigosamente próxima do teísmo aberto.
Eles dizem que, visto que Deus conhece as disposições de suas criaturas, ele é capaz de "controlar" as decisões e ações delas manipulando as circunstâncias que as cercam, e assim, "induzindo-as" a "livremente" pensar e agir de formas que estejam de acordo com os planos de Deus.
Mas muitos desses calvinistas também percebem que essa explicação do controle de Deus sobre as decisões e ações dos homens é, de fato, logicamente incompatível com sua alegada crença na soberania de Deus.
Assim, após algumas explicações e evasões iniciais, eles finalmente chamam-na de um "paradoxo" e um "mistério". Poupariam tempo se simplesmente admitissem a auto-contradição no princípio, e a chamassem de um "paradoxo" e um "mistério" desde o início. Dessa forma todos poderiam ir mais cedo para casa.


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TEOLOGIA SISTEMÁTICA - VICENT CHEUNG



Esse livro enfatiza a inter-relação das doutrinas bíblicas, e dispõe-nas em uma progressão lógica – desde a precondição epistemológica de uma cosmovisão até à preservação do crente. Os três temas centrais deste livro são a infalibilidade da Escritura, a soberania de Deus e a centralidade da mente. Algumas das minhas outras obras oferecem explanação e defesa adicionais desses pilares bíblicos do sistema cristão. Especialmente relevante é o meu livro, Questões Últimas, que serve muito bem de texto associado à Teologia Sistemática, por dar respostas bíblicas às questões de
epistemologia, metafísica, ética e soteriologia. Enquanto Teologia Sistemática é um esboço da teologia cristã, Questões Últimas é um esboço da filosofia e da apologética cristãs.



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TEOLOGIA SISTEMÁTICA - VICENT CHEUNG



Esse livro enfatiza a inter-relação das doutrinas bíblicas, e dispõe-nas em uma progressão lógica – desde a precondição epistemológica de uma cosmovisão até à preservação do crente. Os três temas centrais deste livro são a infalibilidade da Escritura, a soberania de Deus e a centralidade da mente. Algumas das minhas outras obras oferecem explanação e defesa adicionais desses pilares bíblicos do sistema cristão. Especialmente relevante é o meu livro, Questões Últimas, que serve muito bem de texto associado à Teologia Sistemática, por dar respostas bíblicas às questões de
epistemologia, metafísica, ética e soteriologia. Enquanto Teologia Sistemática é um esboço da teologia cristã, Questões Últimas é um esboço da filosofia e da apologética cristãs.



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ORAÇÃO E REVELAÇÃO - VINCENT CHEUNG

Uma das primeiras coisas que você deve saber sobre oração é que você não tem acesso a Deus a menos que você seja um cristão. A oração não diz respeito apenas ao seu conteúdo, o que você diz, mas um aspecto também importante é onde você está em relação a Deus.

O inimigo de Deus claramente não tem os mesmos privilégios do amigo de Deus, na oração. Visto que a Bíblia ensina que o único modo através do qual uma pessoa pode ter um relacionamento correto com Deus é através de Jesus Cristo, somente
orações oferecidas por um cristão são aceitáveis a Deus.

Relacionando a oração ao Deus Trinitariano descrito na Escritura, isto significa que somente orações apresentadas através de Deus o Filho, Jesus Cristo, são aceitáveis a Deus o Pai. Alguns têm proposto uma interpretação absurda e anti-bíblica da exclusividade do Cristianismo para dizer que Cristo fez o acesso a Deus possível para a humanidade em geral, de forma que até mesmo um não-cristão pode orar a Deus através dele num certo sentido.

“Certamente Jesus Cristo é o único caminho a Deus”, eles podem reconhecer, “mas isto significa que se você é um muçulmano ou budista sincero, você é salvo através de Cristo”. Nem todos eles diriam isto nestas palavras, mas é a essência da sua teoria. Contudo, essa é uma clara rejeição do ensino escriturístico sobre o assunto; as pessoas apenas não querem ser explícitas sobre tal rejeição.



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ORAÇÃO E REVELAÇÃO - VINCENT CHEUNG

Uma das primeiras coisas que você deve saber sobre oração é que você não tem acesso a Deus a menos que você seja um cristão. A oração não diz respeito apenas ao seu conteúdo, o que você diz, mas um aspecto também importante é onde você está em relação a Deus.

O inimigo de Deus claramente não tem os mesmos privilégios do amigo de Deus, na oração. Visto que a Bíblia ensina que o único modo através do qual uma pessoa pode ter um relacionamento correto com Deus é através de Jesus Cristo, somente
orações oferecidas por um cristão são aceitáveis a Deus.

Relacionando a oração ao Deus Trinitariano descrito na Escritura, isto significa que somente orações apresentadas através de Deus o Filho, Jesus Cristo, são aceitáveis a Deus o Pai. Alguns têm proposto uma interpretação absurda e anti-bíblica da exclusividade do Cristianismo para dizer que Cristo fez o acesso a Deus possível para a humanidade em geral, de forma que até mesmo um não-cristão pode orar a Deus através dele num certo sentido.

“Certamente Jesus Cristo é o único caminho a Deus”, eles podem reconhecer, “mas isto significa que se você é um muçulmano ou budista sincero, você é salvo através de Cristo”. Nem todos eles diriam isto nestas palavras, mas é a essência da sua teoria. Contudo, essa é uma clara rejeição do ensino escriturístico sobre o assunto; as pessoas apenas não querem ser explícitas sobre tal rejeição.



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